Startup: uma forma de desenvolvimento de soluções inovadoras

Sabe-se que a Indústria 4.0, também conhecida como Quarta Revolução Industrial, se constitui com avanços tecnológicos, como inteligência artificial, robótica e, principalmente, a celeridade dos procedimentos.

Em decorrência disso, surgiu no mercado inúmeras empresas que trouxeram soluções inovadoras e práticas para vários setores, além de atrair investidores e alavancar lucros. Estas empresas são conhecidas como startups e surgiram no Vale do Silício, na Califórnia, onde é sede de várias organizações especializadas em alta tecnologia.

As startups se constituem basicamente por serem pessoas jurídicas, não importando a sua forma de constituição, pois possibilita a caracterização desde uma microempresa até as grandes sociedades anônimas. Atualmente, há várias startups brasileiras conhecidas, como, por exemplo, a Nubank, iFood e 99.

Destaca-se que, no dia 18 de setembro de 2019, os sócios do Coelho & Nascimento, Dr. Tony Marcos Nascimento e Dr. Júlio César Coelho, participaram de um evento promovido pela Amcham Brasil, no qual reuniu as melhores startups do mercado regional.

Dr. Júlio César Coelho à esquerda e Dr. Tony Marcos Nascimento à direita no evento realizado pela Amcham. Foto retirada do perfil do Instagram @coelhoenacimentoadvogados.

Ou seja, este modelo de sociedade já vem sendo explorado há anos e, inclusive, acarretando grandes debates em eventos. Ademais, a atuação dos advogados empresariais, como é o caso da banca Coelho & Nascimento, é imprescindível, não só para startups, mas também qualquer outro modelo societário.

Todavia, somente em 2021, com o advento da Lei Complementar nº 182, de 1º de junho, que instituiu o seu marco legal. Ou seja, até esta data estas empresas não encontravam amparo na legislação brasileira.

Basicamente, para ser considerada uma startup, nos termos do artigo 4º da referida legislação, a organização societária “caracteriza-se pela inovação aplicada a modelo de negócios ou a produtos ou serviços ofertados”. Ou seja, a sua atividade empresarial deve ser inovadora. Ademais, deve apresentar escalabilidade (crescimento sem aumento de custos) e flexibilidade (capacidade de adaptação com flexibilidade).

E como não dizer que uma instituição financeira 100 (cem) por cento digital não é inovadora ou até mesmo aplicativos que facilitam a conexão entre comerciantes e clientes? Trata-se da Era Digital e com a sociedade em constante desenvolvimento e evolução, as empresas devem se adequar e apresentar soluções únicas.

Afinal, como criar uma startup? Basicamente, deve-se ter uma ideia inovadora, desenvolver um protótipo (Minimum Viable Product), buscar parceiros e captar recursos.

Destarte que neste último item há várias opções para uma captação eficaz. Uma delas é o investidor-anjo, que é uma pessoa que investe em negócios iniciantes e com grande potencial de crescimento em troca de uma participação minoritária (equity).

Desta forma, é nítido que as startups são um grande pontapé para um avanço na economia mundial, tendo em vista a alta rentabilidade do negócio. Ademais, com os avanços tecnológicos e a sede de mudança da sociedade, principalmente após uma pandemia, é o momento ideal para a abertura de novas empresas com ideias nunca vistas antes.

Leave a Comment